Newsletter: um novo jeito de "blogar" + Curadoria: news favoritas

10/05/16

Tenho que admitir que, apesar de eu gostar do universo dos blogues a ponto de tentar manter aqui (de uma maneira nada profissional, mas ok), eu sou muito incompetente no quesito seguir as publicações dos escritores que eu gosto em seus espaços online. Eu sempre me esqueço de entrar nos blogs que leio e, quando entro, estou super desatualizada e repleta de posts atrasados. Eis que, já há algum tempo, eu comecei a consumir conteúdo da internet de uma maneira diferente das que eu estava acostumada e, olha, foi minha salvação!
Tudo começou, se não me engano, quando eu decidi assinar as newsletters do ConversaCult. Eu já tinha me inscrito para receber conteúdo de outros blogs antes e era notificada quando algum site publicava algo novo, porém, a proposta do CC era diferente, atual e um pouco mais intimista.
Toda semana eu recebo na minha caixa de entrada, uma cartinha virtual (vulgo e-mail), como se fosse um post exclusivo, de um dos integrantes do ConversaCult falando sobre a vida, músicas, séries, filmes, literatura, cultura pop... Enfim, falam de tudo um pouco e um pouco de tudo por lá.
Para completar, durante o NaNoWriMo, eu achei no Twitter a newsletter da Aline ValekBobagens Imperdíveis. Lá, a Aline compartilha textos exclusivos, fala sobre processo de criação e compartilha um conteúdo maravilhoso.
Basicamente, descobri por meio dessas duas news uma maneira não-tão-nova-porém-pouco-explorada de criar na internet. Uma proposta linda que me deixou bastante animada.
Quando dei por mim, já queria logo me enterrar num mundo de cartas.


Como se ouvisse as minhas preces silenciosas, a Anna Vitória fez um post maravilhoso compartilhando suas newsletters favoritas e eu, obviamente, me inscrevi em todas!
De lá pra cá, entrei em contato com pessoas incríveis graças a esse universo, descobri milhões de coisas novas - incluindo podcasts que são meus novos vícios - e percebi que não há nada de errado em criar conteúdo de uma maneira simples e intimista. Na verdade, dá muito certo.
Daqui a pouquinho, vou listar aí em baixo algumas de minhas news favoritas, mas, antes, eu tenho um grande, enorme, gigantesco anúncio: CRIEI UMA NEWSLETTER!


Lá no Achados e Perdidos eu vou falar sobre vários nadas e muitos tudos. Quarta-feira, quarta-feira não, vai rolar um resuminho de como anda a vida, do que andei lendo, do que assisti, um pouquinho de curadoria, etc. Para se inscrever, e por favor, se inscrevam, é só clicar aqui nesse link, inscrever seu endereço de e-mail e aceitar a mensagem de confirmação que você irá receber. A primeira cartinha deve sair amanhã (11/05).
Ok, recado dado, hora de honrar o "Curadoria" do título, não é mesmo?
Eu assino newsletters de mais para contar nos dedos e amo todas, então vocês já devem imaginar que é com uma dor imensa que eu anuncio que separei apenas cinco para indicar aqui. Por que cinco, Isa? Porque eu gosto do número e porque mais do que isso fica cansativo. Ok? Então, vamos lá:
  • an outrageous tale of love, lust, deceit, revenge, death and cookies - Essa é a news da Sofia Soter, uma dessas pessoas maravilhosas da internet. Para começar, ela é uma das editoras da Capitolina (o que já dá motivos de sobra para admirar a moça) e, para completar, ela escreve e tem projetos incríveis por toda a internet. A newsletter não poderia ser diferente. Além de tratar de diversos assuntos (principalmente sobre internet, gênero e literatura), a Sofia ainda tem um dos melhores apanhados de links que a minha pessoa já viu e graças a ele eu descobri coisas maravilhosas e pensei coisas impensáveis.
  • No Recreio - Eu tenho certeza absoluta que já mencionei a newsletter da Anna Vitória aqui antes, mas não custa falar de novo. Além de também ter uma curadoria de links invejáveis, a Anna Vitória ainda divide com seus assinantes seus pensamentos de forma divertida, algumas vezes inusitada e sempre interessante. Meu amor por cultura pop sempre grita horrores quando recebo os e-mails dela porque sei que, ao abrir a carta, vou me deparar com pelo menos uma referência da Taylor Swift ou do One Direction, além de os melhores gifs.
  • Another Teen Drama - A newsletter da Dani Feno foi um achado daqueles que você não se lembra como aconteceu, mas agradece todos os dias por ter acontecido. Em seus textos, a Dani fala sobre um filme ou uma série adolescente. Em seu primeiro e-mail (que está disponível no arquivo do tinyletters), ela explica sobre a origem da concepção de adolescência e sobre o primeiro filme feito para essa faixa etária. Em suas cartas fazemos uma viagem pela história do cinema visando o gênero que com certeza marcou nossas vidas.
  • Só quem é clarividente pode ver - Ainda na vibe deliciosa de cultura pop (tem vibe melhor?), não podia faltar na lista a newsletter da Clara Browne, onde, como ela mesma diz, "tudo pode acontecer". Também editora da Capitolina (e também alvo da minha admiração), a Clara fala bastante sobre cultura pop no geral, mas também trata de atualidades (políticas) e faz reflexões de maneira única.
  • I'm not 12 - Além de jornalista e designer por formação e ilustradora por paixão e talento, a Irena Freitas também mantem uma newsletter que é atualizada a cada quinze dias. Nas cartinhas, temos acesso a doodles lindos, dicas de livros, curiosidades sobre Savannah, Georgia, USA, e muito mais.
Deu as cinco? Eita... Podia ficar listando o dia todo, mas, como eu disse, mais do que isso seria cansativo. Anyway, espero que vocês gostem das indicações e lembrem-se de se inscrever no Achados e Perdidos. Sabe de uma news legal que eu não citei? Manda aí que a viciada aqui vai adorar se inscrever.
Beijos e até a próxima.



Magia, Londres, Cores e Dimensões: "A Darker Shade Of Magic", V. E. Schwab

03/05/16

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Londres. Quem nunca ouviu falar da capital inglesa? Uma cidade que durante muitos séculos pareceu onipotente, com sua monarquia poderosa e imperialista que conquistou o mundo. Seria Londres também onipresente?
Em A Darker Shade Of Magic, ela é.
Existe uma Londres para cada mundo paralelo. A Londres da nossa dimensão tem cor cinza, assim como a fumaça que sai das chaminés da Inglaterra da Revolução Industrial. É cinza também porque é desbotada. Há apenas resquícios de mágica no nosso mundo, uma breve lembrança do poder sobrenatural que um dia tivemos. A Londres mágica é a Vermelha. Ela tem o perfume das flores em suas ruas e a magia dos elementos no sangue dos cidadãos. A Londres Branca também é mágica, mas não como a Vermelha. Os cidadãos brancos e seus monarcas têm sede de poder, o que condenou a cidade à miséria. E existe a Londres Negra. O vazio. Uma potência destruída pela própria magia e que quase levou as outras dimensões para o mesmo fim.
Antes, há mais tempo do que é possível lembrar, qualquer um era capaz de viajar entre as dimensões. Mas, após a guerra que destruiu a Londres Negra, apenas os mais poderosos têm essa habilidade.
Os Antari são poderosos magos capazes de se mover entre os mundos paralelos e controlar a magia de sangue e um olho negro os distingue das pessoas comuns. Kell é um desses Viajantes. Um dos últimos.
Criado pela família real de Londres Vermelha e sem lembranças de sua infância, Kell trabalha para seus pais adotivos como um mensageiro, levando recados para os reis de outras dimensões. Não satisfeito somente com essa função, ele também é um colecionador de objetos raros.
Depois da separação dos mundos paralelos, ficou proibido transportar qualquer objeto entre as dimensões. Portar algo de um mundo diferente é um crime sujeito à pena de morte. Mas Kell não se importa. Ele é um traficante e colecionador de souvenirs das variadas Londres.
O único que sabe desse ato criminoso é Rhy, o príncipe vermelho, que desaprova categoricamente as atitudes do irmão adotivo, apesar de não o denunciar.
Nenhum dos irmãos esperava que algo realmente fosse ruim decorrente desse hobby de Kell, até que um pedido incomum é feito para o Antari e seguido por ele.
Paralela à história de Kell, conhecemos Delilah Bard, ou simplesmente Lila, uma ladra cinzenta.
Lila é um dos ladrões mais procurados de Londres. Sim. Um dos ladrões. Parte do motivo de ela nunca ter sido pega é que ela se veste como garoto enquanto desempenha seu trabalho.
A ladra sobrevive muito bem, obrigada, mas não gosta de sua vida. Seu maior sonho é ser a capitã de um navio e viver as aventuras dos piratas antigos.
Quando se vê obrigada a abandonar o lugar onde morava, ela volta a uma hospedaria onde viveu em seu passado. Ao roubar a coisa errada do hospede errado, ela entra na aventura de sua vida e conhece lugares inimagináveis.

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A Darker Shade Of Magic conta a história de ladrões, monarcas, lutadores e magos. Apesar de existir a separação entre mocinhos e vilões, não existe preto e branco. Todos os personagens são rodeados por uma aura em tons de cinza que beira a realidade. A personalidade de cada um é única e apresenta contrastes nela mesma, o que gera conflitos internos bem trabalhados e diferentes das lutas bem x mal costumeiras. E, independente da existência de um protagonista, todos os outros personagens podem ser considerados os principais da própria história, como a autora, V. E. Schwab cita em uma de suas entrevistas.
Kell, como personagem principal, vai além do mocinho super correto e, várias vezes, tedioso. Para começar, ele quebra as leis mais importantes que regem as dimensões, ele negocia com criminosos, bebe com vilões e conhece cantos obscuros em todas as Londres. Ele é poderoso e sabe disso. E, ainda que relute as vezes, ele aceita ajuda e admite que precisa dela.
Além disso, a narrativa também ultrapassa barreiras ao apresentar uma parceira para o protagonista que não é uma dama indefesa. Lila é uma garota das ruas, que carrega lâminas escondidas por suas vestes, pega o que vale a pena ser pego e está disposta a morrer se isso a permite viver uma aventura. Ela não é somente corajosa, ela não tem medos.
Questões de raça e gênero são exploradas no livro de uma forma natural. Cor e sexualidade são apenas mais algumas características dos personagens que estão presentes nas várias classes sociais. Mesmo sendo abordada de forma inerente, a presença de personagens negros, homo e bissexuais é muito importante no quesito representatividade e é significa muito para o próprio reconhecimento de diversos leitores.
Uma curiosidade sobre a autora é que ela é fã de Doctor Who. Então, não por acaso, alguns paralelos podem ser traçados entre a série da BBC e a história de Schwab. A parceria entre Kell e Lila lembra a clássica relação Doctor-Companion. Mesmo sendo bastante distintas, Lila me lembra Amy Pond, companion do décimo-primeiro Doctor e, ao mesmo tempo, o Capitão Jack Harkness. Outro personagem que pode ser associado com o Capitão Jack é o príncipe Rhy, com suas cantadas direcionadas a qualquer ser vivo que se aproxime dele.
A narrativa de V. E. Schwab, apesar de parecer um pouco confusa no início, segue uma linearidade invejável. Você é absorvido pelo mundo fantástico da autora, começa a receber pistas, entender o que está acontecendo e, muitas vezes já suspeitando o que pode acontecer, não deixa de ser surpreendido.
Mesmo seguindo uma linha de fantasia relativamente tradicional, no quesito de criação de novos universos (com sistemas políticos, econômicos e diplomacias próprias) e construção de muitos personagens, A Darker Shade Of Magic é diferente de muito do que temos por aí. Posso não saber exatamente como ou porque, mas novas camadas e cores são encontradas nessa narrativa.
O livro faz parte de uma trilogia, porém, apresenta um final sem cliffhangers e pontas soltas, apenas pequenas linhas desfiadas que podem atiçar a curiosidade quanto a alguns personagens. Muitos leitores dizem que é possível ler a história como um livro único, porém, eu fiquei bastante curiosa e não vejo a hora de continuar a coleção.
O segundo livro da série Shades Of Magic (A Gathering Of Shadows) foi lançado no início deste ano e o terceiro (A Conjuring of Light) está previsto para Fevereiro de 2017.
O lançamento do livro em português seria feito pela editora Record. A obra teria o título de "Um tom mais escuro de magia" e seria lançada em Novembro de 2015, porém a venda dos exemplares ainda não foi iniciada.

TheWeek: Um Domingo Infinito

24/04/16

Na semana passada, eu publiquei o TheWeek no Sábado. Ainda bem. Não conseguiria escrever nada depois do 7x1 que foi Domingo (17/04). Digamos apenas que sofri mais na frente da TV assistindo a decisão do Congresso do que durante aquele infame jogo contra a Alemanha na Copa de 2014.
A bad pós decisão do "impitima"se estendeu por mais alguns dias. Durou até mais ou menos na terça-feira, quando meu professor de Teorias Democráticas me deu uma certa esperança, ou pelo menos mostrou argumentos que me deixaram ainda mais certa da minha posição.
Tristeza política a parte, a semana não foi num todo ruim: o Sol entrou em Touro e feriado!!

Como boa taurina que sou, amo quando o sol chega no meu signo e amo mais ainda quando posso curtir uma preguicinha e morfar meu corpo com a minha cama por um tempo, ainda mais na casa dos meus pais, que tem todo um conforto diferente.
Claro, não é como se eu não tivesse nada para fazer. Eu tinha. Muita coisa. Mas o sono era tanto que todo cochilo pré-estudos se tornava um longo soninho de quatro horas.
Não contente em procrastinar dormindo, eu ainda li dois livrinhos por puro prazer durante os dias de folga, e ó: foi lindo! Estava com saudades disso - Não da folga, mas de ler por prazer. Mas, é, estava com saudades de fazer nadas também.
Basicamente, meus dias a partir de quarta-feira até o presente momento não passaram de um longo e infinito domingo de manhã. Domingo de manhã é bom. Domingo a noite não. Ok, rolaram alguns momentos bem "sundays are my suicide days" (Migraine - Twenty One Pilots) e talvez seja por isso que eu li tanto pra me distrair. Mas funcionou, então ótimo!


Mas, chega de falar de mim, vamos falar de coisa boa, vamos falar da nova tekpix. Mentira. Vamos falar de links legais.

Para ler:
  • A Ana (miga e roommate ocasional) veio pra minha humilde residência na segunda e, para não chorarmos pela situação política do Brasil, decidimos falar sobre a época dos Marotos em Hogwarts. Uma coisa leva a outra e logo estávamos comentando sobre nossas fanfics favoritas, seja sobre os Marauders ou, sei lá, McFly. Depois de tanto papo eu lembrei do texto "Em defesa das fanfics" da Aline Valek que fala da importância desse tipo de literatura internética. Vale muito a pena a leitura.
Para Ouvir:
  • Eu não sou uma pessoa que costuma ouvir rap, porém, em meio a playlists do Spotify, me deparei com o NF, um rapper americano com músicas maravilhosamente profundas. O cara tem uma história de vida daquelas bem pesadas e ele encontrou a musica como um escape. Recomendo todo o álbum Mansion, mas principalmente a música que dá nome ao álbum e Can You Hold Me.
Para Assistir:
Depois dessa breve curadoria, só quero desejar boa semana pra vocês!
Até a próxima.

TheWeek: A culpa é das estrelas sim!

16/04/16

Dizem algumas boas e más línguas que o Inferno Astral não existe, que é uma invenção que surgiu no século XX apenas para representar um período conturbado na vida de alguém. Outras dizem que existe sim, que o período está localizado na quinta casa do mapa astral, ou no signo anterior ao seu ascendente, ou no mês antes do seu aniversário. Eu acredito nesse último.
Seguindo esse raciocínio, meu inferno astral começou agora no meio de Abril, e, preciso desabafar: Oh semaninha difícil essa!
Euzinha.
Sabe quando tudo dá errado? Quando você está naquela TPM básica, uma dor de cabeça é sua principal companhia, o calor do outono está no nível verão infernal, seu pedido daquela loja online vai parar onde Judas perdeu as cuecas, e tudo que é elétrico decide ser possuído e parar de funcionar? Pois bem, essa foi minha vida nos últimos dias. Há alguns agravantes universitários que prefiro não acrescentar porque, bem, não quero acabar em lágrimas.
Citando os filósofos contemporâneos Tyler Joseph e Josh Dun (a.k.a. Twenty One Pilots) em sua obra The Judge: "wow, I probably should've stayed inside my house". Mas, mesmo em casa, eu não estaria a salvo. Não tem como estar a salvo maratonando Daredevil, ou lendo um livro maravilhoso sobre mitologia, enquanto existe aquela vozinha te chamando no fundo de sua mente, listando tudo que você deveria estar fazendo, te deixando culpada e te levando para um limbo de pensamentos negativos. O que, convenhamos, só piora mais a situação.
Felizmente, minha semana não se resumiu somente nisso. Ok, tive mais baixos do que altos, porém, um ponto alto está aqui para salvar esses sete dias horrendos: comecei a praticar Yoga.
Quem me conhece sabe que sou uma pessoa extremamente sedentária e, para praticar exercícios, eu tenho que ser obrigada por forças maiores, no caso, minha mãe dizendo que se eu não fizesse nada, ela não financiaria mais meu curso de alemão.
Eis que decidi pela Yoga. Primeiro, porque eu odeio academias, atravesso a rua pra nem passar na frente de uma. Segundo, eu não sou a maior fã de exercícios aeróbicos que resultam em suor, como caminhadas, por exemplo, e nem sou disciplinada para praticá-las por livre e espontânea pressão. Terceiro porque eu pratiquei Pilates por muito tempo e cansei. E, por último, mas mais importante: Yoga não é só um exercício físico, além de todo lance espiritual pacífico, também trata dos probleminhas de cabeça, como ansiedade, depressão, etc.
Posso dizer que terça-feira, o dia em que fiz minha primeira aula, foi, de longe, o melhor dia da semana. Ainda deu muita coisa errada nele, mas a Yoga fez o fato de eu ter acordado valer a pena.
Fico feliz por, pelo jeito, ter encontrado um exercício que me agrade. Pelo menor por enquanto.

Seguindo uma vibe das newsletters maravilhosas que assinei esse ano, vou terminar os resumos da semana listando algumas coisinhas que, ao meu ver, merecem ser compartilhadas com o mundo.
Para ler:
  • Na segunda-feira, eu recebi na minha caixa de entrada uma letter maravilhosa da Anna Vitória com uma reflexão sobre os "~*~influencersss~*~" da internet e também sobre as Kardashians. Achei o texto tão bom que encaminhei para a minha mãe (???), principalmente porque tivemos um debate sobre esses excessos da mídia capitalista durante um almoço da família tradicional minera e, bem, minha posição é bem igual a da Anna; apesar dos pesares, estamos aí no internet defence squad. É. Acho que é isso. Ah, não, calma: Recomendo que vocês chequem todos os links indicados na letter.
  • Graças a uma outra Ana, nesse caso uma miga incrível e roommate ocasional, eu estou lendo o livro "Tudo O Que Precisamos Saber, Mas Nunca Aprendemos, Sobre Mitologia" do Kenneth C. Davis. Ok, eu não comecei a ler nessa semana, mas, com certeza esses sete dias foram bem produtivos no quesito leitura - talvez para escapar da realidade?. Basicamente, o livro faz um apanhado de mitologias das mais diversas culturas e mostra o que elas tem em comum e, acredite, diferentes mitos se cruzam em vários pontos e isso é incrível! Além de informar bastante sobre as mitologias em si, Davis também nos mostra como os seres humanos estão presentes em seus deuses e vice-versa. É aquele questionamento: Deus criou o ser humano a sua imagem e semelhança ou foi o contrário?
Para ouvir:
  • Também por conta da minha imersão no mundo das Newsletters, eu adquiri o bom hábito de ouvir podcasts. Uma das melhores indicações até agora foi sem dúvida o CTRL, ALT, DELETE da Emma Gannon, que fala um pouco sobre a vida de pessoas que trabalham criando conteúdo na internet. A Anna Vitória citou esse programa (?) na mesma letter ali de cima e a Lorena também falou dele em uma de suas news, então eu meio que precisava ouvir. Não me arrependi nadinha! Ouvi os três episódios disponíveis até agora enquanto dava um jeito no meu apartamentozinho hoje de manhã e nem vi o tempo passar. Eu gostei muito do episódio com a Zoella, o que é meio estranho considerando que eu não acompanho a carreira da garota. Fiz um trabalho de criação inspirado nela? Fiz (a minha personagem era uma super youtuber britânica), mas só sabia o básico do básico na época, e ainda sei muito pouco sobre a moça. Mas, o que fiquei sabendo pelo podcast me agradou. Sei lá, é legal saber que ~supostamente~ ela nunca almejou a fama, diferente de muitos novos vloggers por aí que já criam canais Youtube pensando nos $$$$.
  • Nessa sexta saiu o Hair da Little Mix e OMG OMG OMG EU AMEI! Sou suspeita pra falar porque, como vocês já perceberam pelo pequeno surto, sou bem fã das meninas. A música já havia saído no álbum Get Weird, mas nessa versão hit tem um featuring bem legal com o Sean Paul, então escutem! Não me responsabilizo pela bateção de cabelo e pelas dancinhas causadas pela música.

Para assistir:
  • Fingi que não tinha nada pra fazer nesse sábado e terminei a segunda temporada de Daredevil na Netflix. Eu particularmente prefiro o plot da primeira temporada, mas uma personagem nessa última season ganhou meu coração. Sim! Estou falando da Elektra! Oh, well... O que posso dizer? Tenho o péssimo hábito de gostar de personagens problemáticos. Tenho uma lista interminável de problematic faves (relaxem, o Killgrave de Jessica Jones não está nela. Odeio o sujeito). Também gostei muito do desenvolvimento da Karen na série e de como o Foggy se posiciona perante tudo o que acontece. Basicamente gostei de todo mundo, menos do protagonista. Mais uma vez: O que posso dizer? Não gosto dessa mania de "tenho que fazer tudo sozinho e me distanciar para proteger quem eu amo" que os heróis geralmente tem. Mas, sério, assistam! O que o Matt tem de chato, o resto do pessoal + as cenas de lutas bem coreografadas compensam.
  • No vídeo So let's talk about inspiration and creativity, a Fran Meneses, uma ilustradora chilena bem amorzinho que atualmente mora em Londres, fala um pouco sobre como ela se mantem inspirada e criativa, e da relação entre inspiração e motivação. Ela também compara a criatividade e a inspiração com um músculo e eu gostei bastante porque, bem, implica na ideia de exercício (embora eu deteste exercícios físicos) e não de dom. A Fran se inspirou na palestra Your elusive creative genius da Elizabeth Gilbert, então fica a dica dessa TED Talk também.
Acho que isso é tudo, folks.
Embora eu tenha começado esse post numa bad daquelas, estou bem mais leve agora. Espero que as estrelas cooperem nessa semana que está chegando, ainda mais porque; FERIADO!! Uhuuuuuuul, feriado que vai vir antes de uma prova muito difícil YAAAAYYYY *cries in universitária language*. Ok, vou parar por aqui, antes que o drama da semana que vem decida se adiantar.
Se alguém tiver alguma história, ou link, ou qualquer coisa, ou muitos nadas pra compartilhar, é só comentar aí em baixo!
Vejo vocês por aí!

Lost in Translation

05/04/16

Não. Esse não é um post sobre o filme Lost In Translation (Encontros e Desencontros) dirigido por Sofia Coppola e estrelado por Bill Murray e Scarlett Johansson. E também não fala sobre All Too Well da Taylor Swift, embora eu esteja cantando "maybe we got lost in translation, maybe I asked for too much, but maybe this thing was a masterpiece 'till you tore it all up, running scared, I was there I remember it ALL TOO WELL" como se a letra tivesse todo o significado na minha vida.

Estou batendo cabelo que nem ela sim.
O texto é sobre traduções mesmo, e como muitas informações se perdem entre elas. Veja bem, eu não sou nenhuma tradutora. Sei um pouco de Inglês e consigo falar uma ou duas frases em Alemão, mas obvio que isso não significa que eu entendo alguma coisa da mágica de transformar um código em outro. Na verdade, eu sou bem ruim nisso.
Eu realmente achava que tradução era algo simples. Até eu ser obrigada a fazer isso. Talvez você não saiba, mas a pessoa que vos escreve dá aulas num cursinho de línguas nos fins de semana. Uma turminha só, do nível básico ao intermediário de Inglês, coisa bem tranquila, favorável até. Meus alunos têm por volta dos seus 16 anos e gostam de perguntar a tradução das palavras. Eu até que conseguia lidar bem com isso no nível básico, I mean, saber que "bread" é "pão" é ok, mas achar uma palavra na língua portuguesa que tenha um significado equivalente a "overthinking" não é tão ok assim. Claro que o Google Tradutor, em toda sua glória, consegue atingir o objetivo: "Overthinking" é "Pensar demasiado", mas isso não é só uma palavra, o que me leva a crer que não há um único conjunto de letras que expresse tão bem na língua portuguesa o que "overthinking" expressa na língua inglesa com todo drama necessário. Ah, sim, eu gosto muito da palavras "overthinking" por isso não vejo nada de mal em repetí-la milhões de vezes só nesse parágrafo.
Claro que essa perda de informações e até mesmo de sentimentos não acontece só do Inglês para Português. "Saudade", como todos sabem, só existe para nós brasileiros, e só nós podemos ser pessoas "nefelibatas" e receber "cafunés". Imagine só então a saga de um tradutor que vai passar um texto do Português para o Inglês e tentará traduzir todo o sentimento envolto em "Saudade". Um "I miss you" seria suficiente? E quanto a "cafuné"? Seria substituído por "caress", uma simples "carícia"?
Após todo esse overthinkg, eu comecei a respeitar mil vezes mais os trabalhos dos tradutores. Acho que nunca vou conseguir perdoar a Lia Wyler por ter mudado tanta coisa em Harry Potter na edição da Rocco, mas reconheço que ela teve um trabalho dificílimo, afinal, J. K. Rowling havia inventado várias das palavras da saga. Se bem que... Trocar James por Thiago, o nome de todos os Weasleys e o número da plataforma é mais do que se perder na tradução.
Ah, pra você que quer saber de onde vieram todos esses pensamentos em demasia sobre tradução, foi desse tweet aqui que apareceu na minha timeline há alguns dias:


See ya. Quero dizer... Até a próxima. Ou seria "Te vejo"?

Inércia e analfabetismo

24/03/16

Eu aprendi a ler e escrever cedo na vida. Gosto de pensar que foi aos três anos, mas tenho quase certeza que foi aos quatro, embora minha mãe diga que é provável que foi aos cinco. De qualquer forma, considerando que a idade em que as crianças normalmente são alfabetizadas é entre os seis e os sete anos, foi cedo.
Física, por outro lado, aprendi no fim do ensino fundamental mesmo. Antes do que eu queria. Se é que algum dia eu quis aprender Física. Se é que um dia eu aprendi Física realmente, e não só decorei uma fórmula aqui e um conceito lá.
Uma das poucas coisas das quais eu ainda me lembro da minha pior matéria do colégio é da tal "Inércia", a famosa "Primeira Lei de Newton". Talvez eu me lembre porque foi o primeiro tópico que estudamos em Física, ou talvez seja de tanto revisar para o Enem, ou talvez, só talvez, seja por conta do enunciado abaixo:
“Se um corpo está em repouso ele irá permanecer neste estado até que uma força externa seja aplicada neste corpo.”
Eu sei que esse é só um dos enunciados da Lei, que ela não é só isso, mas é essa parte que está fixa na minha memória porque é a que mais tem a ver comigo.

<tradução livre>Inércia: Tendência a não fazer nada ou permanecer o mesmo.
Palavras relacionadas: Vida.</tradução livre>
Veja bem, eu sempre fui, para desgosto dos meus pais, meio preguiçosa em alguns quesitos do dia-a-dia. Mal de Touro, talvez. É bom poder culpar algo por essa característica, nem que seja meu signo. Num geral, e por geral leia-se "escola", eu costumava ser bem responsável. Nunca dei trabalho, notas muito boas, sempre fiz as lições de casa e entregava os trabalhos em dia. Nada de preguiça aí. Ou até tinha, mas eu conseguia controlar. Eu estava em movimento e me mantinha assim. Em contra partida, também era bem acomodada. Tomar inciativa não costuma ser meu forte, a não ser por algo que me interesse muito.
Literatura e escrita estão entre meus maiores interesses. Ou estavam.
Como eu disse no início do texto, eu aprendi a ler cedo e desde então eu não parei. Ou achei que não tinha parado.
Não sei quando entrei na fase "sem movimentos" da inércia nos quesitos ler/escrever. Se tivesse que chutar uma data, não conseguiria nada específico, mas acusaria por alto o ano de 2014, quando passei por aquele momento das trevas, o famigerado Terceiro Ano do Ensino Médio.
Claro que eu li e produzi textos durante e depois de 2014, mas nada como antes. Minhas leituras anuais caíram drasticamente (de 100 livros/ano para 23. SHAME ON ME), e não vou nem refletir sobre como também escrevi bem menos porque só me deixará na pior. A questão é: Eu estou paralisada até nas atividades que gosto. Tão paralisada que ouso dizer que perdi a prática. Sou eu, agora, uma analfabeta?
Perdoa o drama, não desiste de mim, mas é que cansei de culpar tudo menos eu por essa inércia em que me meti.
A culpa era das várias provas no colégio, do Enem e do vestibular, era dos vários trabalhos, textos, projetos, da faculdade, dos homeworks dos meus alunos do cursinho de Inglês, dos hausaufgabe do cursinho de Alemão, no fim não sobra tempo. Quero dizer, sobrar sobra, mas ao invés de ser produtiva, eu prefiro procrastinar. A culpa é do Twitter com seus 140 caracteres, do Tumblr com suas imagens lindas, do Netflix, aaah, Netflix, com suas séries.  E é aí que entra a principal culpada, a minha pessoa acomodada e preguiçosa que começou a preferir o tal "Netflix and Chill" do que abrir um livro ou o Word pelo simples fato de dar menos trabalho, de eu poder me manter passiva ao invés de ativa.


Jurei para mim mesma que ia ler e escrever um pouquinho toda noite, pra voltar com o hábito, mas, mesmo assim, deu erro. Eu estou fazendo isso, o problema é que canso rápido. Ler e escrever não é mais estimulante como antes. Minha mente ansiosa e agora viciada em estímulos midiáticos está toda ferrada e não consegue se concentrar em algo que sempre lhe trouxe prazer. Percebe agora, Ivair, o desespero da cavala?
Me sinto analfabeta. Fiquei ruim nas únicas coisas em que realmente me achava boa e tinha orgulho de fazer. Eu consegui estragar meus hobbies, minha distração diária. E, ao invés de abrir aquele livro incrível sobre mitologia que estou lendo, ou aquele documento do Word em que estou trabalhando, eu preferi vir aqui, reclamar, num texto/desabafo sem pé nem cabeça, que eu nem sei se fez sentido e que termina de uma forma abrupta e inconclusiva.

Cores, furacões e livros - ou uma tag literária sobre uma certa cantora

02/03/16

O que fazer quando você está há um mês sem publicar nada no blog e sem ideia nenhuma pra mudar isso? Faz uma TAG, claro!


A brincadeira da vez combina meus dois amores: livros e música! Mais especificamente, a música daquela cantora deusa maravilhosa chamada Halsey! Que, a propósito, está vindo para o Lollapalooza esse mês!
Bom, eu não vou para o Lolla, mas não custa nada me divertir pensando no festival, não é mesmo? Isso ou eu ia chorar até desidratar por não ver Halsey, Walk The Moon e Twenty One Pilots ao vivo.
Mas, enfim, voltando para a cantora de cabelo colorido...
A TAG escolhida para o post é a HALSEY BOOK TAG! Ela foi criada pela ladyknightreads e, como eu não vi nenhum blog em português fazendo, traduzida pela minha pessoa. Diminuí alguns itens na lista, então para ver todos é só ir no post original.
A proposta é simples: citar um livro/personagem que se relacione com uma das músicas da moça.
Que comece o show!


1) CASTLE - Sua rainha favorita

"I'm headed straight for the castle
They wanna make me their queen
And there's an old man sitting on the throne
That's saying that I probably shouldn't be so mean"
Acho que não consigo mais desligar termos monárquicos de As Crônicas de Gelo e Fogo. Foi a primeira coleção que me veio a mente nesse primeiro item. Infelizmente, escolher uma rainha dentro do universo de George R. R. Martin não foi tão fácil.
Posso parecer louca, mas gosto muito da Cercei Lannister e até considerei a Kaleesi Daenerys Targaryen. Apesar de as duas serem muito marcantes, não foram minha escolha.
Minha rainha favorita ~no momento~é, ninguém mais, ninguém menos que Margaery Tyrell!
No início, quando a personagem surgiu, eu estava em dúvida de qual era o jogo dela na guerra dos tronos, porém, quando entendi, fiquei de cara. Ao meu ver, a nova rainha de Westeros e sua família, principalmente sua avó, são peças fundamentais no jogo.
Além disso, adoro a personalidade dela. Muitos acham a personagem bem falsa, meio bitch até, mas eu já acho genial. Ela é carismática e, ao mesmo tempo, consegue manipular todos a sua volta. Num cenário como o d'As Crônicas, são características importantíssimas, as quais Martin está sabendo aproveitar muito bem.
*Por favor, George, não mate a Margaery, por favor, por favor, por favor, nunca te pedi nada! Obrigada.*

2) HOLD ME DOWN - Uma série que você não consegue largar, não importa o quanto tente

"Hold me down, hold me down 
Throw me in the deep end, watch me drown 
Knock me out, knock me out 
Saying that I want more, this is what I live for"
Eu poderia facilmente falar d'As Crônicas de Gelo e Fogo de novo, mas vamos variar.
Acho que outra série da qual eu não largo fácil porque eu preciso saber o que acontece é Academia de Vampiros da Richelle Mead.
Eu li o primeiro livro da coleção um pouco após seu lançamento, em 2008. Lembro de baixar uma tradução até boazinha em uma comunidade do Orkut (deuses, sou velha!) porque eu vi algo sobre o livro num site gringo, provavelmente o Goodreads. Foi amor a primeira vista.
Li os outros livros a medida que eram lançados e quando os primeiros seis acabaram, reli uma ou duas vezes.
Eis que Last Sacrifice, o sexto e último livro da primeira coleção, terminou com muitos assuntos inacabados. Para resolver, Richelle criou Laços de Sangue, uma série off de VA com direito de protagonização de um dos meus personagens masculinos favoritos da vida, Adrian Ivashkov.
Há um ou dois anos eu venho me segurando pra não começar essa série, pra não me machucar mais uma vez no universo de Vampire Academy, mas não tem como, tentei largar o vício, mas é maior do que eu. Lá vou eu sofrer mais uma vez.

3) NEW AMERICANA - O grupo de amigos ficcionais que você gostaria de ter ao seu lado como squad apocalíptico 

"Survival of the richest, the city's ours until the fall 
They're Monaco and Hampton's bound 
But we don't feel like outsiders at all"
Com certeza escolheria Sybil e seus amigos Anômalos de A Ilha dos Dissidentes, da Bárbara Morais. Eu não posso falar muito dos personagens porque ainda só li o primeiro livro da Trilogia Anômalos, mas, pelo breve gostinho que tive, sei que o grupo seria um ótimo squad pra enfrentar o apocalipse.
I mean, eles são meio que os X-Men vivendo em uma realidade distópica. Tem como ser mais badass?

4) DRIVE - Um casal que precisa se comunicar (melhor)

"All we do is drive
All we do is think about the feelings that we hide
All we do is sit in silence waiting for a sign
Sick and full of pride
All we do is drive"
O casal que eu mandaria para a terapia é certamente Katniss e Peeta da trilogia Jogos Vorazes.
Sou suspeita pra falar porque não torci pra nenhum casal em THG. Na verdade, era meio contra a parte do romance no enredo, mas já que aconteceu, paciência.
Digamos apenas que acho o relacionamento dos dois bastante disfuncional e talvez isso poderia ser resolvido através de uma comunicação melhor, além da superficial que eles tiveram durante os três livros, até mesmo em A Esperança.

5) HURRICANE - Livro único favorito

"I'm wanderess 
I'm a one night stand 

Don't belong to no city 

Don't belong to no man 

I'm the violence in the pouring rain 

I'm a hurricane
"
Percebi que não leio livros únicos há um tempo e que a maioria dos que li são YA Contemporâneos, gênero do qual curiosamente me distanciei nos últimos tempos, sem nem perceber.
Felizmente, isso não me desqualifica de indicar um standalone pra vocês.
Nada Dramática, da Dayse Dantas, meu livro amorzinho do terceirão. Além de super divertido, inteligente e bem escrito, eu ainda tive a sorte de lê-lo durante o mesmo período da vida da protagonista: o temido terceiro ano do Ensino Médio.
Se identificar assim com um personagem é algo gratificante e reconfortante (já falei sobre isso aqui). Tenho certeza que, mesmo se você não estiver fim do colégio, vai se identificar bastante com a Camilla. Fica a dica!

6) ROMAN HOLIDAY - Casal contemporâneo mais fofo

"We'll be looking for sunlight Or the headlights 
Till our wide eyes burn blind 
We'll be lacing the same shoes 
That we've worn through 
To the bottom of the line 
And we know that we're headstrong 
And our heart's gone 
And the timing's never right 
But for now let's get away 
On a Roman holiday "
Pausa rápida nos livros pra fangirlizar: ESSA MUSICA É MINHA FAVORITA MEU AMORZINHO SUPREMO. Fim.
Como eu disse no item anterior, eu não li muitos contemporâneos ultimamente, mas, dos poucos que me lembro, meu casal favorito é Eleanor e Park do livro homônimo, da Rainbow Rowell. Eles são um daqueles casais que te faz acreditar no amor. E sofrer.

7) GHOST - Termino *relacionamento* mais trágico

"My ghost 
Where'd you go?
I can't find you in the body sleeping next to me
My ghost Where'd you go? 
What happened to the soul that you used to be?"
!!!!!!!!!! SPOILER ALERT!!!!!!!!!!!!!!!!!!! VAMPIRE ACADEMY!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O término que despedaçou meu coração foi certamente o da Rose e do Adrian em Last Sacrifice. Não superei, nunca vou superar. E olha que shipo Romitri!
Para terem ideia do quanto fiquei machucada, acessem a playlist que fiz sobre o acontecimento e prestem atenção na sofrência. Sério.

8) COLORS - Um de seus personagens favoritos que te machuca muito porque toma péssimas decisões

"You were red and you liked me 'cause I was blue 
You touched me and suddenly I was a lilac sky 
And you decided purple just wasn't for you"
Apesar de eu ser cheia dos personagens problemáticos, o que escolhi para encaixar nesse tópico não é tão difícil, porém, tem péssimas decisões: Robb Stark em A Tormenta de Espadas, do George Martin. Estou me segurando pra não dar spoilers e, ao mesmo tempo, não creio que vou falar isso: Custava escutar sua mãe, Robb??

9) STRANGE LOVE - Personagem que muitos não entendem, mas você ama

"They think I'm insane, they think my lover is strange
But I don't have to fucking tell them anything, anything
And I'm gonna write it all down, and I'm gonna sing it on stage"
Eu não diria que AMO assim, dessa forma graficamente intensa, mas eu compreendo e tenho afeição pelo Draco Malfoy de Harry Potter. Eu não consigo nem imaginar direito como deve ser crescer em uma família como a dele, só aquele pai já ia me fazer surtar. Não acho que má criação justifique alguns atos dele, mas, mesmo assim... Não sei explicar. É aquilo de ter pena e querer abraçar forte pra afastar todo o mal do personagem.

10) CONTROL - Melhor vilão

"And all the kids cried out,
'Please stop, you're scaring me'
I can't help this awful energy
Goddamn right, you should be scared of me
Who is in control?"
Um bom vilão, ao meu ver, é aquele que realmente acredita em sua causa. Um bom vilão é aquele que é seu próprio herói. Pensando nisso, dedico Control para o Darkling da Trilogia Grisha, da Leigh Bardugo.

11) EMPTY GOLD - Um OTP que se tornou um NOTP

"Feel like we've been falling down
Like these autumn leaves
But baby don't let winter come
Don't let our hearts freeze
If the morning light don't steal our soul
We will walk away from empty gold"
Claire e Frank de A Viajante do Tempo, da Diana Gabaldon.
Passei muitas páginas desse primeiro volume da série Outlander desejando que a Claire conseguisse voltar para o futuro (ou o presente dela) e para o marido. Porém, da metade pra frente gritei com toda a força "FICA AÍ NO PASSADO, MIGA, QUE ESTÁ BEM MELHOR!!!"
Aaaah... Muitos feels envolvidos nesse livro. Uma mega recomendação!

Bom, é isso, THE END. Espero que tenham gostado!
Eu indico a brincadeira pra todos que quiserem fazer mas, principalmente, para duas lindas do SA, a Dani e a Tatii!
Fiquem agora com esse gif meigo da pessoa que inspirou o post e até a próxima!
 
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